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Entidades do Cariri se unem no enfrentamento à LGBTfobia
Iniciativa acontece no mês do Orgulho LGBT+
Foto: Divulgação
Joaquim Júnior
10/06 8:30

Entidades do Cariri se unem no enfrentamento à LGBTfobia

A Associação Caririense pela Diversidade e Inclusão (Acedi) a Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS) firmaram apoio na luta por políticas públicas que garantam direitos e enfrentem a violência contra a LGBTfobia. Através do Pacto Caririense de Combate à LGBTfobia, o objetivo é promover e articular ações que combatam a violência LGBTfóbica no Estado, visando o respeito à dignidade e à diversidade humana. Para isso, 15 compromissos foram firmados.

Os compromissos, de acordo com a SPS, são estabelecidos em consonância com a promoção e proteção dos direitos humanos, na garantia de uma sociedade mais igualitária e justa, que assegure os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, enquanto cidadãos e cidadãs.“Nossa pactuação com os movimentos sociais do Cariri é importante para fortalecermos os compromissos de todos, na ampliação das políticas públicas à população LGBT+ e no combate à LGBTfobia”, destaca o coordenador Especial de Políticas Públicas para LGBT, Narciso Júnior.

Compromissos do Pacto

– Estimular a aplicação dos planos municipais de promoção à diversidade e cidadania LGBT+;
– Ampliação de atividades econômicas e culturais pensando a diversidade;
– Apoiar e fomentar as Paradas do Orgulho LGBT+ como manifestação política;
– Estimular, nos currículos das escolas municipais, estaduais da região do Cariri, a abordagem transversal da questão da diversidade de gênero; a prevenção às IST/HIV/AIDS, o combate à LGBTfobia e promover uma cultura de paz. Conforme as diretrizes estabelecidas no Planos Municipais e Estaduais de Educação.
– Estimular, criar, manter e estruturar os Conselhos Municipais e Estaduais dos Direitos da População LGBT+;
– Estimular e instituir, dentro dos Pactos Municipais e Estaduais Contra Violência, o mapeamento e levantamento dos dados de LGBTfobia no município ou estado;
– Estimular e criar programas, projetos e ações que impactem no combate a LGBTfobia;
– Fortalecer redes de serviços de referência no combate a LGBTfobia nos canais de denúncias existentes;
– Estimular, estruturar e ampliar as ações de formação continuada dos servidores públicos e conselhos à cerca dos Direitos Humanos, com foco na diversidade LGBT, principalmente na Saúde, Educação e Segurança Pública;
– Estimular, criar, manter e ampliar o atendimento do Ambulatório de Saúde Integral da População Trans.
– Garantir previsão orçamentária para ações e políticas LGBT;
– Incentivar projetos intersetoriais de enfrentamento ao assédio, bullying e violência LGBTfóbica nos órgãos da administração pública;
– Fortalecer o diálogo com instituições da sociedade civil que atuam na defesa da população LGBT;
– Incentivar projetos e ações das instituições LGBT

Com informações da SPS

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