JORNAL DO CARIRI _CURSOS-PROMO_970X120
Avanços e desafios no mercado de trabalho feminino cearense
Apesar dos números animadores, o cenário ainda apresenta desafios
Foto: Guilherme Freire - SET
Joaquim Júnior
08/03/25 10:00

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua, extraídos pelo Observatório de Políticas Públicas do Trabalho no Ceará, revelam que a taxa de desocupação feminina recuou para 7,7% no quarto trimestre de 2024, a menor taxa desde 2019 (para os quartos trimestres). Os números foram divulgados pela Secretaria do Trabalho (SET), do Governo do Ceará, na véspera do Dia da Mulher, celebrado neste sábado (8).

Conforme apresenta o órgão, no último trimestre de 2024, a força de trabalho feminina foi de 1,682 milhões de trabalhadoras, das quais 1,552 milhões estavam ocupadas e 770 mil mulheres estavam formalmente ocupadas, o que fez aumentar o grau de formalidade no mercado de trabalho das cearenses. “Espera-se que a tendência ao aumento da participação feminina no mercado de trabalho se consolide nos próximos períodos”, afirma a SET.

Como aponta o secretário do Trabalho, Vladyson Viana, apesar dos números animadores, o cenário ainda apresenta desafios. “Os desafios enfrentados por mulheres no mercado de trabalho vão além dos índices de desemprego. Muitas vezes, elas enfrentam discriminação de gênero e salários desiguais em comparação aos seus colegas homens. Isso somado ao fato de ter que conciliar a carreira com responsabilidades familiares que são frequentemente atribuídas a elas de maneira desproporcional”, adverte.

Direito previsto na Constituição Federal e Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, a igualdade salarial entre mulheres e homens, entretanto, não é integralmente cumprida. Segundo o IBGE, as mulheres ganham cerca de 11% menos que os homens para os mesmos cargos.

Com informações da SET

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE EDITAL
PUBLICIDADE
RECOMENDADAS PARA VOCÊ
PUBLICIDADE
RECOMENDADAS PARA VOCÊ
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE