STF está em guerra! Crise explode com afastamento do diretor-geral da PF
08/09/26 21:53

O Brasil assiste a uma cena inimaginável: a maior crise do Supremo Tribunal Federal está sendo travada dentro do próprio Supremo. Não é mais divergência jurídica. É confronto aberto. De um lado, Alexandre de Moraes. Do outro, André Mendonça. No meio do fogo cruzado, a Polícia Federal, o caso Banco Master e acusações gravíssimas que precisam ser esclarecidas.

A crise saiu de controle. Sobrou até para o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afastado por decisão do ministro André Mendonça. Treze ex-ministros e ex-presidentes do STF decidiram romper o silêncio e cobraram do presidente Edson Fachin uma resposta institucional. O diagnóstico apresentado por eles é devastador: o Supremo enfrenta a “mais aguda crise” de sua história.

O alerta não veio da oposição, do Congresso ou de adversários da Corte. Veio de quem já sentou nas cadeiras do próprio STF. Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Nelson Jobim, Ayres Britto e Rosa Weber estão entre os signatários. Eles querem apuração rigorosa e uma sessão pública para enfrentar a crise.

Enquanto isso, Moraes e Mendonça elevaram o confronto a um patamar jamais imaginado. Mendonça tornou público relatório da PF com mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro envolvendo Moraes. Moraes reagiu pedindo investigação contra Mendonça. E Mendonça foi além: determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. Agora, não interessa quem é de direita ou de esquerda. Não interessa quem gosta ou quem odeia Alexandre de Moraes. O que está em jogo é muito maior: a credibilidade do STF. Edson Fachin está diante provavelmente do maior desafio de sua presidência. Não existe mais espaço para silêncio, corporativismo ou solução de bastidor. As suspeitas precisam ser investigadas. As acusações precisam ser comprovadas ou desmontadas. E eventuais responsabilidades precisam ser apuradas — seja de quem for. O incêndio chegou ao último andar doJudiciário brasileiro. Agora, o STF terá de decidir se apaga o fogo com transparência ou deixa a crise queimar para sempre a credibilidade da própria corte.

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