Aloísio Brasil e Matheus Leite usam redes sociais para ataques
Vídeo utilizado deve servir de parâmetro para a campanha eleitoral deste ano
Fotos: Reprodução/ Redes sociais
Madson Vagner
10/08/26 17:14

Um vídeo do presidente da Câmara do Crato, Matheus Leite (PDT), nas redes sociais, sacudiu a política cratense e deve servir de parâmetro para a campanha eleitoral deste ano. Matheus acusa o líder da oposição no município, Aloísio Brasil (União), de mentir para a população sobre processos que responde. “Você jurou, por tudo que era mais sagrado, que nunca tinha respondido nada de violência contra a mulher”, disse.

Segundo o presidente, Aloísio responde a processos por difamação, contravenção contra idoso e agressão a mulher, prevista na lei Maria da Penha. Matheus expõe um número (0202285-89.2023.8.06.0112) que, segundo ele, é de um processo na Lei Maria da Penha. “Não fui desafiado, mas estou aqui para provar que esse processo existiu sim”, afirmou e destacou: “Isso é o que consta na certidão criminal de Aloísio Brasil”.

Matheus acusou Aloísio de fazer política atacando e “destruindo o trabalho dos outros”. “Eu já fui alvo dos seus ataques, Camilo Santana já foi alvo dos seus ataques, Zé Ailton Brasil já foi alvo dos seus ataques. Mas, o que me motiva é mostrar ao povo do Crato a verdade. Quem é o Aloísio Brasil de verdade”, disse.

Também nas redes sociais, Aloísio respondeu ao vídeo acusando Matheus de se recusar a discutir os problemas do Crato. “Tem gente que, em vez de discutir os problemas de verdade do Crato, prefere requentar notícia velha e tentar criar uma cortina de fumaça. Parece que a preocupação de alguns não é resolver os desafios da cidade, mas desviar a atenção da população,” escreveu.

Para Aloísio, as informações não passam de fake news. “Se acham que requentar fake news vai mudar alguma coisa, podem até colocar um outdoor na frente da Câmara Municipal ou na casa dele. A verdade continua sendo a mesma: o Crato precisa olhar para frente, e não ficar preso em novela repetida,” disse.

Aloísio falou da necessidade de abrir uma investigação contra a Ambiental Crato (Aegea Saneamentos). “Deveriam respeitar a população do Crato e discutir uma CPI para apurar a atuação da Ambiental, assim como aconteceu em Altamira (PA), em vez de criar factóides e alimentar discussões que não resolvem os problemas da cidade”, atacou.

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