Secretário Chagas Vieira acusa oposição de mentir sobre candidatura de Camilo
Chagas Vieira diz que oposição adora mentir
Foto Thiago Gadelha
Donizete Arruda
01/02/26 21:57

Porta-voz do governador Elmano de Freitas, o secretário da Casa Civil, Chagas Vieira, usou as redes sociais neste domingo (01), para acusar a oposição de “adorar mentir” sobre a possibilidade de troca de candidato ao governo do Ceará, entre Elmano e o ministro Camilo Santana.

Segundo Chagas Vieira, o candidato a governador do Ceará é Elmano. Não existe chance de Camilo substituir Elmano. Para Chagas Vieira, essas notícias publicadas nos grandes veículos de comunicação do Brasil - VEJA, OGLOBO, O ESTADO DE SÃO PAULO E FOLHA DE SÃO PAULO - não passam de uma “estratégia desesperada da oposição“. Acusa a oposição liderada por Ciro Gomes de “espalhar que Camilo será o candidato por 2 objetivos: 1 - Pressionar para Camilo não sair do MEC pra se engajar na campanha de Elmano/Lula, porque tem medo de Camilo. 2 - Criar desunião do lado de cá, porque vivem o caos do lado de lá. Elmano no 1º turno".

Quem rejeita essa culpa pelo lançamento de Camilo no lugar de Elmano é o candidato Ciro Gomes. Hoje, em entrevista ao jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, Ciro rebateu estar espalhando a troca. Declarou que “a ida de Camilo para o estado demonstraria falta de força e musculatura política de Elmano para formar uma campanha robusta, o que poderia tornar o ministro candidato em seu lugar.”

Quem também descartou uma mudança de candidato a governador, foi o presidente estadual do PT, Antonio Conin. Em entrevista ao O ESTADO DE SÃO PAULO, foi categórico: “Não existe plano B. Elmano é o candidato. Se Camilo deixar o ministério, vai ajudar muito aqui, percorrendo o Estado e reforçando as agendas de mobilização.” Conin aposta que a candidatura de Ciro Gomes irá perder força: “O desempenho do Ciro é muito ligado ao recall que ele tem. Ciro é muito conhecido no Estado, foi governador, candidato à Presidência, mas a aprovação do governo Elmano é muito boa, está perto dos 60%. O gap entre a pesquisa e a avaliação do governo está na comunicação das realizações das entregas da gestão.”

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